
Majestosos e bem imponentes
Lá estão eles de corpo inteiro
Deixando-nos bem contentes
Nasceram há muito noutros tempos
E cresceram mais na minha infância
Eram grandes verdes e castanhos
Com frutos secos cheios de elegância
Nós os pequenos apedrejam os mais altos
Que eram bem difíceis de chegar
Por vezes picávamo-nos e gritávamos
Não sabíamos a hora de terminar
Era o seu cheiro o seu ar tão elegante
Que para nós era de difícil aproximação
Arvores de um porte tão importante
Que todos nós apanhávamos as do chão
Crianças todas elas da mesma idade
Que brincavam este jogos de encantar
Umas vezes apanha da castanha
Outras a correr até ao nosso lar
Não existia maldade nem proveito
Nas brincadeiras que efectuávamos
Este mundo cada vez mais desfeito
Hoje nem sei porque lutávamos
Uma vida que passa a correr
E os cabelos grisalhos aparecem
Os filhos se vêem a crescer
Dentro em breve desaparecem
RECORDAÇÕES...SENSAÇÕES...ASSOCIAÇÕES DE IDEIAS...CONCLUSÕES. TUDO BEM CLARAMENTE DITO, MUITO BONITO!
ResponderExcluirJINHOS MÃE E AVÓ.
Quer que eu vire oceano?
ResponderExcluirEntrar neste teu blog é transbordar em lágrimas de contentamento, quer pelas tuas doces poesias e poemas, quer pelos temas, imagens e sentimentos contidos. Coimbra, Conimbriga, Penacova, Lorvão, Mondego...
É minha morada quando estou no paraíso.
Visitar-te foi um bálsamo. Foi como sentir todo o aroma dos eucaliptais e a docilidade da gente da terra, da nossa raíz. Amo tudo isto.
Obrigada por me encontrar, obrigada por me fazer pertencer de alguma forma ao que tanto amo e que transbordo em saudades.
Meu carinho,