
Cabeça de João Baptista (séc. XVIII), no Museu do Mosteiro de Lorvão
Minha terra…
Pinturas e esculturas bem retratadas
Com muito carinho e sabedoria
Em madeiras bem trabalhadas
Um rosto onde se sente a agonia
Leva a sua cruz pelo mundo fora
Num compasso bem comedido
Dá-nos sinais de hora a hora
E por vezes não é bem sucedido
João Baptista ali dormindo
Com visão do outro mundo
Poder-se-á dizer que esta sorrindo
Pelos pecados do defundo